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Turismo musical: as cidades do rock britânico e do jazz

13 de novembro , 2018 | em #MeuCâmbio, Destino, Dicas de viagem, Libra Britânica, Turismo |

Muitos assuntos nos influenciam no momento de escolher um destino para conhecer. Algumas pessoas escolhem a partir da paisagem, outras pelas atrações como parques temáticos, com interesse na cultura, natureza e gastronomia. Já outros se encantam pela música e como ela influencia no cotidiano de uma cidade.

Se você é um desses apaixonados por música, não pode deixar de conhecer duas cidades muito especiais, uma localizada na costa da Inglaterra e outra ao sul dos Estados Unidos, próxima ao Golfo do México.

Prepare suas malas, seus dólares, suas libras e seus ouvidos, porque você vai querer visitar nossas dicas de destino:

Liverpool

A cidade é conhecida mundialmente por ser a terra natal dos Beatles, uma das maiores bandas da história. Mas o que muita gente não sabe é que a cidade portuária também é berço do rock britânico.

Em Liverpool, os Estados Unidos abriram seu primeiro consulado na Inglaterra e, graças ao porto, os marinheiros trouxeram cultura de diversas partes do mundo, principalmente das Américas. Foi também pelo porto que o Blues e o R&B chegaram aos Estados Unidos. Os estilos, que já se misturavam e formavam o rock americano, entraram em Liverpool junto ao som de Elvis e Buddy Holly. Com o tempo, os jovens ingleses passaram a tocá-lo da sua própria forma, usando até tábuas de lavar roupa como instrumento, o chamado skiffle, imortalizado por Lonnie Donegan.

O skiffle foi o primeiro estilo tocado pelos Beatles, na época conhecidos como The Quarrymen. Mas a cidade não apresentou ao mundo apenas os FabFour, surgiram também, na década de 60, o Gerry and the Pacemakers e o Rory Storm and the Hurricanes, grupo de quem os Beatles emprestaram para sempre Ringo Starr.

Por isso, a terra que preparou a “invasão britânica” às Américas conta com tours e pontos turísticos dos Beatles e de nomes de peso da música britânica.

Estátua dos Beatles em Liverpool. Da esquerda para a direita, Paul, George, Ringo e John

 

Cavern Club:

Quem visita a cidade não pode deixar de conhecer o bar onde os Beatles tocavam. Hoje ele é inteiramente dedicado à banda, com letras escritas à mão por John Lennon e sua própria banda cover. Entretanto, já passaram por lá Rory Storm and the Hurricanes, Gerry and the Pacemakers, Rolling Stones, Queen, Elton John e outros.

As casas dos Beatles:

Durante a infância, John, Paulo, Ringo e George moraram perto um do outro. Hoje as casas são habitadas por moradores comuns, mas eles mantiveram suas características originais, tanto nas fachadas quanto em seu interior.

Strawberry Field:

O parque que dá nome à música da banda era um jardim visitado por John e sua tia Mimi. Mais tarde, após o lançamento da canção, os Beatles gravaram seu clipe lá.

Magical Mystery Tour:

Inspirado no álbum e filme de mesmo nome, o ônibus temático leva os turistas aos principais pontos relacionados à banda, como o jardim Strawberry Field e a Rua Penny Lane.

The Beatles Story Museum:

No museu, os turistas têm contato com toda a história do grupo, desde o encontro entre John e Paul, até o fim dos Beatles. Os principais momentos são conferidos na animação em 4D; nas relíquias guardadas no museu e diante do piano branco de John Lennon usado no clipe Imagine.

British Music Experience:

Exposição permanente que conta a trajetória de toda a música popular inglesa, passando pelos Beatles, Rolling Stones, Spice Girls, Adele e até pelo reality show The X Factor. Algumas atrações famosas são as roupas de David Bowie e a letra de Blue Monday, do New Order, escrita à mão.

Nova Orleans

A cidade da Louisiana, sul dos Estados Unidos, viu o Jazz nascer das danças dos escravos, misturar-se com ritmos africanos, instalar-se no centro da cidade em bordéis, até conquistar a população branca e atingir sua posição na moda e no entretenimento de luxo da elite sulista.

Tudo começou quando a tradição dos descentes de escravos se uniu ao estilo e instrumentos do blues (como o piano, o saxofone, a bateria e contrabaixo) e aos ritmos ragtime e spiritual, sendo esse último formado de músicas de rituais religiosos africanos.

Até 1910 o estilo era dominado unicamente pela população negra, mas depois dessa época, os brancos passaram a ouvir e compor grupos do estilo. No período entre guerras, em que os Estados Unidos enriqueceram, os americanos passaram a se interessar mais por música, cinema e vida noturna, o que auxiliou na disseminação do estilo pelo sul do país, tornando a cidade uma referência em música, estilo e diversão.

Carro alegórico típico do Mardi Gras, carnaval de Nova Orleans

Bairro Francês:

A Royal Street é famosa pela música de rua, presente na porta de todos os bares e antiquários,  além das varandas de ferro do século 18. Todas as tardes a Royal Street é fechada para atender pedestres e as bandas de jazz tomam conta da rua, onde os turistas podem dançar à vontade. Já na Frenchmen Street a variação musical é maior: ritmos latinos, blues e reggae são misturados ao jazz nos clubes de dança. Por fim, na Bourbon Street, no coração do Bairro Francês, é possível conhecer os antigos bordéis onde nasceu o jazz, como conhecemos, e ver as construções mais antigas da cidade.

Tremé:

É o bairro afro-americano mais antigo dos Estados unidos, nele ficava a Congo Square, praça onde os escravos cantavam e dançavam e eram realizados festivais de música. Hoje Tremé é palco do estilo próprio de Nova Orleans de fazer rap misturado ao jazz. Lá está um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, o Backstreet Cultural Museum. É nesse museu que ficam expostas as fantasias de origem indiana do carnaval de Nova Orleans.

Mardi Gras:

A terça-feira gorda, ou carnaval de Nova Orleans, ocorre na terça-feira de carnaval do calendário brasileiro. Criada em 1730 pelos colonos franceses, a festividade de rua atrai americanos de todo o país para uma festa de máscaras, colares de contas e carros alegóricos no Bairro Francês. Pronto para viajar? Não se esqueça de comparar as melhores cotações do Brasil pela Meu Câmbio. São 18 moedas estrangeiras para turismo, que podem ser retiradas em lojas parceiras, aeroportos e até entregues em casa.

Sentiu falta de algum destino musical aqui? Conte para nós!

 


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